Litecoin (LTC) é uma criptomoeda peer-to-peer criada como uma alternativa mais rápida e "leve" ao Bitcoin para pagamentos do dia a dia. Charlie Lee, ex-engenheiro do Google, lançou o Litecoin em outubro de 2011 como um fork do código-base do Bitcoin, mantendo o design geral do Bitcoin, mas aumentando em quatro vezes a velocidade dos blocos e quadruplicando o fornecimento máximo de moedas. Esse posicionamento deu ao Litecoin o apelido de "prata digital" em comparação com o "ouro digital" do Bitcoin.
O Litecoin utiliza o mecanismo de consenso Proof-of-Work (PoW) com o algoritmo de hash Scrypt em vez do SHA-256 do Bitcoin, e confirma novos blocos aproximadamente a cada 2,5 minutos, em comparação com os 10 minutos do Bitcoin. Seu fornecimento máximo é fixado em 84 milhões de LTC, quatro vezes o limite de 21 milhões do Bitcoin. Novas moedas são emitidas por meio de recompensas de mineração que são reduzidas pela metade aproximadamente a cada quatro anos.
O Litecoin opera continuamente desde 2011 e há muito tempo está entre as criptomoedas mais consolidadas, com adoção por plataformas de pagamento como PayPal. Em dezembro de 2025, o primeiro ETF spot de Litecoin dos EUA começou a ser negociado, oferecendo aos investidores exposição regulamentada ao LTC. Segundo o CoinMarketCap, no final de junho de 2026 havia cerca de 77,3 milhões de LTC em circulação, com uma capitalização de mercado de aproximadamente US$ 3,35 bilhões, ficando fora das 20 maiores criptomoedas.